É a queda no custo por lead em relação a agosto: de R$ 3,79 para R$ 3,11. E com 12% menos investimento — foram 658 leads contra 613, gastando R$ 277 a menos.
Mais leads, mais baratos, com menos dinheiro. É o cenário que se procura em mídia paga, e veio exatamente da frente que estava marcada como prioridade no relatório anterior.
| Indicador | Agosto | Setembro | Variação |
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O custo de mídia caiu em todas as frentes: o CPM recuou 18% e o volume de cliques cresceu 11%, mesmo com menos verba em circulação.
O relatório de agosto apontava a renovação de criativos da campanha de prospecção como a prioridade do mês. O lote novo entrou em veiculação e o resultado apareceu rápido.
É a queda no custo por lead da campanha de prospecção: de R$ 7,87 em agosto para R$ 4,04 em setembro. No mesmo intervalo, o volume de leads subiu 60% — de 185 para 296 — com 18% menos verba.
A taxa de cliques dessa campanha passou de 5,02% para 6,19% e o CPM caiu 26%. São os três sinais clássicos de criativo novo funcionando: mais gente clica, a plataforma cobra menos para entregar, e o resultado sai mais barato.
Essa campanha trabalha público frio — pessoas que ainda não conhecem o trabalho. É ela que alimenta, ao longo das semanas, a base que a campanha de público quente converte barato. Vê-la melhorar nesse ritmo é o melhor indicador para os próximos meses.
| Indicador | 01 a 15/09 | 16 a 30/09 | Variação |
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Dentro do mês, as duas campanhas trocaram de posição: a de público quente se recuperou forte na segunda quinzena — 21% mais leads a um custo 17% menor — enquanto a de prospecção, que havia puxado o resultado na primeira metade, encareceu um pouco.
As duas campanhas trabalham etapas diferentes. A de prospecção alcança público frio e constrói a base; a de público quente fala com quem já assistiu aos vídeos e engajou, e é naturalmente a mais barata. Uma alimenta a outra.